O meu amigo Ricardo, empregado de mesa, encontrou um caminho de liberdade. Ele conta um pouco sobre a sua viajem, desde a sua procura de uma forma de viver melhor, o que o levou a participar no negócio da Empower Network com a Lazy Millionaires League e qual a sua visão do futuro.

''Sou o Ricardo Nunes, sou de Tavira. Estava à procura de uma oportunidade que me desse mais conforto a nível financeiro, e foi na Internet que andei à procura. Depois, um amigo meu que já estava envolvido no projeto apresentou-mo, e foi de fácil aceitação. Percebi realmente o conceito e decidi entrar. Se anda à procura de alguma coisa, se tem dificuldades na vida, se está desesperado pelas dificuldades que tem financeiramente, aqui é o caminho e o veículo. Aqui vai ter uma equipa e um suporte que o pode acompanhar e o vai levar ao sucesso garantidamente.
A alguém que não está nos Lazy diria que veja a visão que estamos a tentar passar, que acredite no projeto, e principalmente que acredite que é capaz. A pessoa tem de acreditar nela própria para conseguir ter grandes resultados.
Até agora já ganhei mais de $12.600 (resultados não são típicos, consulte os rendimentos médios em empowernetwork.com/income.php). Para alguém que não percebia nada de Internet é muito bom.
Perspetivas para o futuro é que, agora que realmente acabei de partir as barreiras que tinha criado, estou a ver a minha vida daqui para a frente muito mais próspera e o que me está a motivar mais é poder ajudar mais pessoas a conseguir sair do desafogo da vida que têm. Neste momento o meu foco portanto é ajudar o máximo de pessoas possiveis a conseguir mudar a sua vida.''

 

Mais sobre os Lazy Millionaires.

"A História será benévola comigo pois faço intenção de a escrever." - Winston Churchill

Imagina a pretensão deste homem! Imagina a força de carácter e a determinação! Fala da História como se fosse uma carta a um amigo contando o jantar deste fim de semana. O mais interessante é que ele a escreveu mesmo!

Não pode deixar de ser sintomático que um resto de um seu charuto tenha sido vendido por mais de 5 mil euros há poucos dias. O que podes aprender com ele, além da óbvia lição de deixares os teus charutos a meio?

Talvez a determinação, as ideias claras, o foco, o sentido de missão, o objectivo, o não aceitar um "não" como resposta. Talvez o conhecimento de que o teu destino és tu quem o faz. Mas não só o conhecimento: a prática.

Todos sabemos que o futuro está nas nossas mãos, mas pouco fazemos a esse respeito.

Imagina que a tua vida é barco, um belo veleiro, sólidos mastros, cordame novo, quilha afiada. Foi desenhada para a velocidade, e para resistir a todos os ventos e marés. Na ré, uma roda de leme em madeira envernizada. Espalhados pelo convés os elementos da tripulação.

O vento vai empurrando, balançando e sacudindo o teu barco e tu, lá dentro, lamentas-te que não chegas a lugar nenhum. O barco que te saiu na roda da fortuna não é bom o suficiente, quando devia avançar não sai do lugar, outras vezes as ondas atiram-no contra as rochas, outras ainda encalham-te num banco de areia e tu não sabes o que fazer.

Não te dás conta que tens um conjunto de velas, as tuas capacidades, qualidades e competências. Tens uma tripulação a postos, a tua família, amigos, conhecidos, e estranhos com quem te poderás relacionar, mas por falta de orientação tua anda ociosa, cada marinheiro envolvido nas suas próprias vidas. Tu, em vez de estares ao leme, andas desorientado debruçado na amurada a vomitar as tripas e a lamentares-te.

De vez em quando tu pegas na roda do leme e alguns elementos da tripulação decidem esticar uma ou outra vela, o vento pega no barco e tu sentes-te levado, como por magia, a voar sobre as ondas. Contudo isso é normalmente passageiro porque não entendeste ainda a relação entre o leme, as velas, o vento e a tripulação.

Quando entenderes estas relações e as dominares, estás de posse da tua vida.

Ela irá levar-te exactamente onde pretendes. À ilha encantada, à descoberta do tesouro, às terras distantes e de volta para casa, com grandes recompensas para ti e para toda a tripulação.

Se não sabes qual é o teu objectivo na vida eu posso dizer-te um: toma conta dela, dá tarefas à tripulação, agarra na roda do leme. Aprende a ler os ventos, as estrelas e as marés. Lê as circunstâncias, reposiciona as velas. Não podes mudar o vento, nem o mar, nem as estrelas, mas podes por a tripulação a mudar as velas, tu podes girar a roda do leme e, efectivamente, isto é tudo o que precisas.

Trabalho de casa: identifica as qualidades do teu barco, reúne o apoio de quem te cerca, marca o teu destino no mapa, cria para ti mesmo objectivos, verifica o vento e as marés, identifica as oportunidades e as circunstâncias, aproveita tudo e lança-te.

É o que eu, pessoalmente, ando a fazer e não posso dar-te conselho melhor, a avaliar pelos resultados que vou verificando na minha própria vida.

Até podes pensar que consegues navegar sozinho, sem tripulação. Não duvido, mas se reunires quem te está próximo e os envolveres na tua viagem, não somente terás mais possibilidades de ser bem-sucedido, como irás partilhar os teus fracassos e sucessos, além de manteres a humildade e a gratidão, duas virtudes que fazem de ti uma pessoa muito melhor.

Um dia o teu impacto no mundo terá sido imenso e até os teus "meioscharutos" irão rendem uns bons 5 mil euros... ou mais.

Olá, daqui Rui Gabriel a partilhar contigo um dado fantástico.

Ganhámos 3.6 milhões de dólares online nos últimos 20 meses. Não sabíamos ainda, ficámos a saber hoje porque a programação e o cálculo das comissões da equipa ficou pronta hoje, como mostra o post do Sílvio Fortunato no nosso grupo privado do Facebook:

(resultados não típicos. Rendimentos médios por afiliado podem ser consultados em ruigabriel.com/rendimentos)

Vou dizer-te porque é que esta informação é importante para ti: É importante para ti porque te mostra que é verdade, é real, e PODE SER REAL PARA TI.


Contudo, o que mais me entusiasma nestes 3.6 milhões de dólares é que, por detrás deste camião de dinheiro:

  • Estão muitas vidas transformadas, incluindo a minha e a de toda a minha família.
  • Muitas pessoas como tu descobriram um novo lugar no mundo, tornaram-se livres, pagaram as contas, compraram as casas, os carros, que precisavam e queriam, realizaram sonhos, contribuíram com o seu tempo e dinheiro para apoiar as causas sociais dos Lazy em Portugal e em África, criaram riqueza e abundância para as suas famílias.
  • Por detrás deste número estão muitas histórias de superação, de luta, sucessos e fracassos, amizade, sentido de pertença, de partilha, de entre-ajuda.
  • Por detrás deste número está uma visão grande para nós e para ti.


Estão sonhos, desejos, desafios de pessoas como tu e eu que ultrapassaram o medo da mudança e mudaram, e hoje são uma referência para todos nós.

Obrigado a ti por estares aí e me permitires partilhar esta mensagem contigo.

Estou a aguardar a oportunidade de te dar um abraço de boas vindas à nossa "tribo" logo que subscrevas a nossa lista de email e recebas as informações necessárias (vais ver um vídeo logo em seguida).

Quero que te tornes um dos ganhadores dos próximos 3.6 milhões de dólares, se tu quiseres.

 

Já experimentaste alguma vez aquela sensação de "Yess! Consegui!" ?

Lembras-te do bem que te soube? Sentiste-te o melhor do mundo, capaz de realizar qualquer coisa, não foi?

Eu hoje senti isso quando acordei e cheguei ao "escritório" para trabalhar e desfrutar do sol maravilhoso e da paisagem idílica da Serra dos Candeeiros que se estede para lá do meu deck.

Ontem tive duas reuniões online com membros da minha equipa da Tribo Lazy Millionaire e não consigo expressar-te a minha gratidão por ter estas pessoas ali, comigo, todos os dias, partilhando o caminho do sucesso comigo.

Falámos de rotinas de trabalho, de ações diárias, de ser tão produtivo em algumas horas por dia como "as pessoas comuns" são numa semana. Essa produção massiva concentrada em poucas horas, permite-nos ganhar mais num dia do que muitas pessas ganham num mês.

Não há segredos nem milagres, o que fazemos é muito, mas em pouco tempo.

Falámos ontem também de congruência, de descobrir o significado das coisas que nos rodeiam. Não vou explicar aqui todas as implicações deste exercício, mas deixa que te diga: ganhei mais de 400 mil dólares fazendo isso durante 18 meses.

Muitos membros da minha "tribo" ganham dezenas de milhares de euros, mudam de casa, compram carros, fazem viagens, ajudam pessoas em necessidade, aprendem coisas novas, mudam as suas vidas, seguindo precisamente estes passos.

(Lembro-te que os resultados de que falo aqui são extraordinários, aliás ti sabes que são extraordinários mesmo que não to recordasse. Os rendimentos dependem do trabalho de cada um. Rendimentos médios podem e devem ser consultados em ruigabriel.com/rendimentos).

Agora, aqui no meu "deck-escritório" tenho de te comunicar a minha alegria e fazer-te sentir o vencedor que tu já és.

 

És um vencedor sempre que cerras os dentes e vais em frente, mesmo diante de um fracasso, sempre que traças uma nova meta, mais desafiadora depois de cada sucesso.

Eu tenho a felicidade de viver dessa forma e de conviver todos os dias com pessoas como tu: vencedoras.

Tenho mensagens para te enviar, todos os dias, que te vão ocupar 2 minutos a ler. Se achares que valem os teus 2 minutos diários,  subscreve aqui  e bem vindo à minha equipa de leitores, e, quem sabe, à minha "tribo" de vencedores.

 

"A fé é um conhecimento que surge no coração, fora do alcance das provas." - Kahlil Gibran

Ontem sentei-me por uma hora avaliando um determinado aspecto da minha actividade. Voltei a ler e a ouvir alguns dos meus professores no que respeita a esse assunto e um deles disse-me: "avalias o valor das tuas acções pelos resultados que elas produzem."

Fiquei a pensar nesse assunto e não me pareceu fazer muito sentido.

  • Um agricultor cava a terra com muita dificuldade. É trabalho duro. No final do dia chega a casa e a mulher pergunta-lhe: "Então? Trazes batatas? " ao que ele responde: "Não."
  • No dia seguinte, volta para a terra, alisa-a, retira as raízes e abre sulcos. Ao final do dia chega a casa e a mulher pergunta-lhe: "Então? Trazes batatas?" e ele responde de novo: "Não".
  • Depois de dormir, o sol levanta-se e com ele o agricultor. Vai até à sua terra, coloca as sementes na terra, cobre-as com estrume (sim, estrume, não fertilizante químico, ele é um bio agricultor) e cobre-as com cuidado. Chega a casa à noite e a mulher pergunta-lhe: "Então? Trazes batatas?" e ele, muito desanimado, volta a responder "Não".
  • Depois passa os dias cuidando da sementeira. Arranca as ervas daninhas, verifica se as plantinhas novas não se queimam com o frio, que os fungos não as matam, que os ratos não roubam as sementes debaixo da terra. Passam as semanas e, a cada serão, a mulher pergunta: "Então? Trazes batatas?" e o agricultor responde: "Não."

Se ele fosse novato, sem experiência e não tivesse ninguém ao seu lado para lhe explicar a natureza das coisas, poderia ter desistido logo no terceiro ou quarto dia e abandonado a cultura. Se, depois de um mês fosse avaliar os seus progressos olhando para a tulha vazia, teria de concluir que as suas acções não deram nenhum resultado e portanto, as suas acções estão erradas.

Como é possível avaliar as minhas acções pelos resultados, antes de ter os resultados?

Como saber se estou a fazer as coisas certas, mesmo olhando para a tulha vazia e para a mulher a torcer o nariz e a perguntar pelas batatas?

Precisas da fé que vem do conhecimento do coração, que vê para além das evidências. É este conhecimento que te diz que, a seu tempo, colherás os teus frutos e encherás a tulha de batatas. Mas até lá, faz o teu trabalho, diariamente, e ouve com paciência e compreensão quem te pergunta por resultados.

Contudo não sejas ingénuo ao ponto de pensar que qualquer que seja a tua actividade terás resultados esperados! Não!

Se semeares relva não colherás batatas. Se colocares as sementes a 1 metro de profundidade não nascerá nada. Podes até matar-te a cavar, mondar, sachar, regar, mas se a semente não prestar vais passar fome.

Por isso precisas de um sistema e de um mentor. O primeiro ensina-te o "que" fazer. O segundo ensina-te o "como" fazer e dá-te uma perspectiva realista em relação aos resultados. Ele tem a experiência.

Assim a fé que precisas não é tão grande. Não é como lutar contra todas as probabilidades, não. É mais como seguir um caminho e aguentar as agruras com paciência, entusiasmo e determinação.

Referi no início que estava a avaliar a minha actividade e, vê bem onde essa reflexão me levou. Vou verificar com os meus professores a ver se algum deles tem uma ideia mais realista e justa de avaliação que não seja somente pelos resultados aparentes.

Já venho.

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